05/10/2015

Filosofia em Portugal



Dia 5 de Outubro de 1910... Porque se celebra hoje os 105 anos da Implantação da República... 
Vem a propósito este excerto de Antero de Quental... E porque também há filosofia em Portugal...

«O universo aspira com efeito à liberdade, mas só no espírito humano a realiza. É por isso que a história é especialmente o teatro da liberdade.»

Antero de Quental
In: As Tendências Gerais da Filosofia 
na segunda metade do século XIX;
Editorial Presença, 1995; p. 114.

04/10/2015

PARA QUE SERVE UM ROSTO?

Imagem de: Leonardo Da Vinci

«Não vejo o meu rosto em mim; e no rosto dos outros vejo a minha relação (de forças, afectiva) que com eles estabeleço; vejo, pois, qualquer coisa como a marca do meu rosto neles, marca que depende do que o rosto deles provoca em mim.»
José Gil
In: Metamorfoses do Corpo;
Relógio D'Água, 1997; p. 170.

03/10/2015

TOMAR A PALAVRA PARA DIZER A VERDADE



«Uma vez que a primeira cumplicidade com a mentira e a injustiça é calar-se, a primeira acção de não-cooperação será romper esse silêncio, tomando publicamente a palavra a fim fazer valer os requisitos da verdade e as reivindicações da justiça.»

Jean-Marie Muller
In: O Princípio de Não-Violência;
Instituto Piaget, 1998; p. 97.

02/10/2015

PERDIDOS NO TEMPO


«Talvez nascer e morrer não sejam apenas o começo e o fim do nosso destino mas uma componente que se repete incessantemente ao longo de toda a nossa existência. Em cada trajectória vital a morte da criança dá passagem ao jovem, a perda de um amor ou o acabar de uma tarefa projectam-nos para outros empreendimentos, o que se vai é condição do que vem, não nos poderíamos abrir ao inédito - quer seja terrível ou alegre - se não fôssemos despojados do antigo. O futuro atira-se para nós trazendo o nosso fim mas também é a província desconhecida em que estamos sempre a entrar como exploradores forçados para descobrir armadilhas e tesouros. Recorramos novamente à opinião de um poeta, esses grandes orientadores do pensamento. Diz William Buther Yeats que "o homem vive e morre muitas vezes entre as suas duas eternidades". Essa alternância de vida e morte é exactamente aquilo a que, sem renunciar à nossa liberdade, podemos chamar "destino humano" face à eternidade que nos exclui.»

Fernando Savater
  In: As Perguntas da Vida;
Publicações Dom Quixote, pp. 257-258.

Thomas Wall



«Toda e qualquer atividade humana se baseia em certas crenças fundamentais.»

Thomas F. Wall 

25/10/2013

2013 / 2014


Já vieste à Biblioteca este ano? 

Leitura? Consulta? Pesquisa? Estudo? Trabalho individual ou de grupo?

Para além destas actividades, há iniciativas a decorrer para as quais contamos contigo. 

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